Campo Grande Amplia Frentes de Obras e Investe R$ 40 Milhões na Reconstrução Pós-Temporal
Com reconhecimento federal da situação de emergência, Campo Grande mobiliza 12 frentes simultâneas de pavimentação, reparo em escolas e recuperação de unidades de saúde.

Reconstrução Emergencial Ganha Força nos Bairros de Campo Grande
A capital de Mato Grosso do Sul ingressa em uma fase decisiva do plano de resposta à crise climática após os estragos causados por vendavais e fortes tempestades. Com o reconhecimento oficial do estado de emergência homologado pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, a administração municipal viabilizou a liberação de R$ 40 milhões para financiar obras de reconstrução predial e restabelecimento imediato dos serviços públicos essenciais.
As intervenções concentram-se na recuperação de 18 unidades escolares municipais e centros de educação infantil (EMEIs) que tiveram telhados e estruturas comprometidas. Paralelamente, equipes de engenharia trabalham no reforço estrutural de cinco unidades básicas de saúde (UBSF) nos bairros Noroeste, Tiradentes e Nova Lima, assegurando o atendimento normalizado à população local sem interrupção de consultas ou vacinação.
Operação Tapa-Buraco Mobiliza 12 Frentes Simultâneas
No setor de mobilidade urbana, a Prefeitura de Campo Grande expandiu a Operação Tapa-Buraco para 12 frentes operacionais em pontos estratégicos. A medida atende ao acúmulo de avarias na pavimentação decorrente do grande volume de águas pluviométricas e do tráfego intenso de veículos pesados durante a fase de limpeza da cidade.
"A prioridade absoluta das frentes de trabalho é restabelecer a trafegabilidade nos corredores do transporte coletivo e nas vias de acesso aos hospitais e UPA. Estamos aplicando cbuq de alta durabilidade para garantir que os reparos resistam ao período chuvoso que se aproxima", destacou a coordenação executiva da Sisep.
Além do pavimento, o plano contempla a limpeza e desobstrução de mais de 450 bocas de lobo e caixas de captação nas avenidas Afonso Pena, Duque de Caxias e Gury Marques, prevenindo novos pontos de alagamento nos episódios pluviométricos subsequentes.
Impacto Econômico e Perspectivas para a População
O pacote de obras emergenciais movimenta a economia local ao contratar fornecedores de insumos de construção civil, agregados minerais e empresas de transporte pesado sediadas em Mato Grosso do Sul. A expectativa da Defesa Civil municipal é concluir 80% das intervenções estruturais de alta complexidade em até 60 dias, devolvendo a plena funcionalidade às regiões afetadas.
Com as ações coordenadas entre município, estado e União, Campo Grande estabelece um protocolo permanente de resiliência urbana, combinando obras físicas imediatas com o monitoramento meteorológico por radar em tempo real integrado ao Centro de Controle Operacional.
Fonte: Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG) / Defesa Civil MS
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Redação Foco do Estado
Repórter
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