Operação 'Última Chamada' devolve celulares recuperados de furtos em MS
Polícia Civil de Mato Grosso do Sul convoca proprietários na Capital para a restituição de duzentos e doze aparelhos recuperados.

Operação 'Última Chamada' devolve celulares recuperados de furtos em MS
Introdução
No dia 30 de agosto de 2026, a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul deflagrou a operação denominada "Última Chamada" em Campo Grande. A ação especial foi estruturada para realizar a devolução e restituição de duzentos e doze aparelhos telefônicos celulares roubados ou furtados. A entrega física dos eletrônicos recuperados ocorreu nas dependências da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac/Cepol).
Os celulares devolvidos são frutos de seguidas apreensões executadas por forças de policiamento rodoviário, civil e militar no estado. Os aparelhos eletrônicos passam por um rigoroso processo de auditoria de dados e verificação de propriedade antes da liberação formal. A operação estende-se também a comarcas do interior de Mato Grosso do Sul, incluindo postos de polícia em Dourados.
A restituição de celulares recuperados é considerada uma prioridade de segurança para reduzir a atratividade econômica de furtos metropolitanos. A receptação de telefones celulares usados alimenta uma rede de pequenos comércios clandestinos de peças de reposição e aparelhos bloqueados. A Polícia Civil alerta que a aquisição de aparelhos sem nota fiscal configura crime grave de receptação dolosa.
O Processo de Rastreamento de Aparelhos via Código IMEI
A recuperação de celulares roubados pela Polícia Civil baseia-se no rastreamento do código internacional de identificação (IMEI). O IMEI funciona como uma assinatura digital única gravada de fábrica no chip lógico interno de cada telefone eletrônico. No momento do registro do boletim de ocorrência de furto, a vítima deve fornecer essa numeração aos policiais.
As operadoras de telefonia móvel auxiliam as investigações informando sempre que um novo chip de usuário é inserido no aparelho procurado. Os investigadores entram em contato com os novos portadores do celular para exigir a devolução amigável ou efetuar a prisão. A maior parte das apreensões ocorre durante blitzes rotineiras de trânsito em bairros de Campo Grande.
Muitos cidadãos abordados afirmam ter adquirido os telefones celulares em feiras livres informais ou sites de vendas sem notas fiscais. Nesses casos, os aparelhos são apreendidos judicialmente e os compradores respondem a termos circunstanciados por receptação culposa. A conscientização dos riscos de compras sem procedência é fundamental para enfraquecer o comércio paralelo.
Protocolos de Devolução na Depac/Cepol e Convocação de Donos
O mutirão de devolução operado na Depac/Cepol de Campo Grande foi planejado para atender aos proprietários previamente contatados por canais oficiais. A polícia civil enviou mensagens diretas de notificação e realizou ligações telefônicas contatando as vítimas da amostragem selecionada. Os donos devem comparecer portando documentos de identificação pessoal e a nota de compra original.
Caso o proprietário original não possua mais a nota fiscal física de compra do aparelho, o contrato de serviço da operadora é aceito. A apresentação do boletim de ocorrência inicial de furto registrado na comarca de MS facilita a liberação rápida do equipamento. A equipe de investigação tenciona estender o mutirão de entregas para o período de atendimento noturno de plantão.
Para os moradores que tiveram seus celulares levados em assaltos à mão armada, a recuperação representa o resgate de dados pessoais. Muitas vítimas possuem fotos familiares e acessos a contas bancárias comerciais armazenados de forma digital no aparelho. Os policiais orientam os cidadãos a realizarem o backup diário de segurança em nuvem criptografada.
A Importância de Registrar o Boletim de Ocorrência com Dados Completos
A Delegacia Geral da Polícia Civil de MS enfatiza que o registro do boletim de ocorrência é vital para o sucesso das operações. Os cidadãos devem formalizar a queixa digital por meio do portal de delegacia virtual do governo estadual de MS. O fornecimento do modelo exato do celular e do código IMEI aumenta em cinquenta por cento a chance de recuperação.
As quadrilhas especializadas realizam o bloqueio lógico de telas e a exportação rápida de aparelhos roubados para países vizinhos como a Bolívia. A integração policial nas linhas de fronteira seca auxilia no bloqueio de cargas ilegais de eletrônicos em Maracaju. A operação "Última Chamada" demonstra a eficácia do trabalho técnico contínuo de inteligência policial.
O portal Foco do Estado manterá a cobertura informativa sobre as novas fases de restituição de aparelhos eletroeletrônicos no estado. A repressão a furtos urbanos melhora a sensação de segurança pública dos pedestres de Campo Grande e Dourados. As ações ostensivas de saturação em pontos de venda paralelos em MS prosseguem sob sigilo operacional.
Dados Operacionais da Operação Última Chamada
Abaixo, acompanhe os detalhes organizados e técnicos da restituição de eletrônicos na Depac/Cepol:
| Parâmetro de Segurança | Detalhes do Registro Oficial (PCMS / Depac Cepol) |
|---|---|
| Total de Celulares Devolvidos | 212 aparelhos eletrônicos recuperados de furto/roubo em MS |
| Local de Restituição | Prédio da Depac/Cepol, Campo Grande - MS (Convocados previamente) |
| Abrangência da Operação | Campo Grande, com extensão de buscas e apreensões em Dourados |
| Documentos Exigidos | Documento pessoal com foto (RG/CNH), Nota Fiscal ou Contrato com IMEI |
| Canal de Rastreamento | Monitoramento de código IMEI integrado com operadoras móveis |
| Próximas Entregas | Mutirão de devolução planejado para estender às delegacias do interior |
| Fontes Oficiais | Polícia Civil MS / Sejusp Mato Grosso do Sul |
Perguntas Frequentes sobre a Ocorrência (FAQ)
Como posso descobrir o número de IMEI do meu celular para registrar a ocorrência?
Você pode descobrir o número de IMEI digitando o comando especial *#06# no teclado de ligações de seu smartphone. A numeração de quinze dígitos correspondente à assinatura digital exclusiva do aparelho aparecerá instantaneamente na tela luminosa do celular. O código também vem impresso na caixa de papelão original do produto e na nota fiscal emitida pela loja de MS. Recomenda-se anotar essa numeração em um local seguro externo para uso em emergências.
O que acontece se eu for flagrado com um celular furtado sem saber da origem criminosa?
Se for flagrado com um celular furtado sem saber, você poderá ser conduzido à delegacia de polícia militar sob suspeita de crime. O aparelho será apreendido preventivamente para perícia e você responderá a um inquérito por receptação na modalidade culposa. A alegação de desconhecimento da origem não anula a infração penal caso o valor pago tenha sido muito abaixo do mercado. Comprar produtos sem nota fiscal de procedência segura acarreta sanções judiciais em MS.
Como a Polícia Civil localiza o paradeiro do celular a partir do número do IMEI?
A Polícia Civil localiza o paradeiro enviando requisições judiciais autorizadas às operadoras de telefonia móvel de Mato Grosso do Sul. As operadoras monitoram o sinal de antenas de rádio celular (ERBs) sempre que o aparelho se conecta à rede móvel. O sistema identifica o número do chip ativo (chip SIM) que está inserido na partição lógica do aparelho procurado. Os investigadores mapeiam a localização residencial aproximada para efetuar a busca física do eletrônico.
Cobertura em Vídeo do Fato Jornalístico
Abaixo, acompanhe a reportagem em vídeo registrada pelas equipes de jornalismo regional trazendo mais detalhes sobre a ocorrência:
Conclusão
A Operação "Última Chamada" em Campo Grande representa uma vitória da inteligência policial no combate ao furto de celulares. A devolução de 212 aparelhos na Depac/Cepol resgata o patrimônio digital e financeiro de centenas de vítimas no estado. O monitoramento eletrônico via IMEI integrado de operadoras demonstra eficácia no rastreamento de produtos roubados. O portal Foco do Estado reforça a recomendação para que a população evite a aquisição de eletrônicos sem procedência em MS.
Fonte: Depac / Cepol / Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS)
Roberto Almeida
Repórter
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